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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Sabemos separar adequadamente o lixo para reciclagem?

Semanas atrás, no post intitulado “Lixo que não é lixo”, tratamos sobre saneamento. Abordamos a respeito das novas tecnologias de tratamento de esgoto, que além de contribuir para a preservação ambiental, transformam-se em alternativa de renda para os municípios e para a população. Hoje, voltamos a essa mesma linha de reflexão. Falaremos de métodos adequados à separação do lixo doméstico e que também facilitam os processos de reciclagem.

Você sabia, por exemplo, que depois de recicladas, as PETs podem ser usadas na confecção de tecidos, vassouras, madeira sintética e até casco de barco, e que a embalagem longa vida pode ser útil na fabricação de telhas e papel? As peças publicitárias mostram que a reciclagem desses materiais se torna muito mais fácil quando eles já são separados e limpos, de forma adequada, nas próprias residências.

Por incrível que pareça, embora sejam muito simples os métodos para a separação entre o lixo úmido e o seco, e a guarda do lixo reciclável, uma parcela significativa da população ainda desconhece tais procedimentos que garantem as condições para que o material separado sirva, de fato, para reciclagem e que também auxiliem o trabalho dos recicladores nas usinas de reciclagem.

Com o objetivo de esclarecer dúvidas na hora de fazer a separação do lixo e aumentar a consciência popular sobre a importância da contribuição de cada um, nessa tarefa, o Ministério do Meio Ambiente e o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome lançaram a campanha “Separe o lixo e acerte na lata”, que contará com ação promocional de vídeos exibidos nos canais da TV aberta, além de anúncios para revistas, spot para rádio e banners de internet.

A ideia é mostrar, a partir de uma linguagem simples e didática, como deve ser feita a separação do lixo nas residências e, ainda, revelar os benefícios da coleta seletiva e, consequentemente, do reaproveitamento dos materiais descartados, para o planeta.

A campanha dividida, didaticamente, em fases, foca a primeira fase em quatro resíduos muito comuns nas lixeiras de todo brasileiro: cascas de banana, embalagens longa vida, garrafas PET e latinhas de alumínio. 

Essa campanha pode ser visualizada e difundida a partir do Portal do Governo Federal (http://www.brasil.gov.br/ ), onde está disponível para Download.

E  você, já separa em sua casa o lixo úmido do seco?

Então, como pode ajudar?

Tudo isso vai, devagarinho, melhorando o planeta e o futuro das próximas gerações.  

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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

O tamanho da dívida pública americana

A economia americana passa por problemas delicados e que podem afetar todo o mundo. Na verdade, esses problemas não são recentes. Eles são resultado de um conjunto de programas públicos que subsidiam a manutenção de ações sociais, sem sustentabilidade, nem fontes renováveis de financiamento para essas ações paternalistas.

O infográfico no link http://tatianeps.net/2011/07/a-divida-dos-eua-vista-em-um-infografico/permite entender o tamanho do problema que os americanos e o governo dos Estados Unidos têm pela frente. Sem contar, é claro, com o risco de o governo  promover um calote em escala, o que atingirá todas as nações do planeta.

Perceberam a montanha de dinheiro que corresponde aos UU$ 145 trilhões da dívida americana? Como esses caras pálidas  foram se endividar desse jeito, deixar a situação chegar a esse estágio, se eles são, mundialmente, a nação mais rica e mais poderosa, oferecem os melhores salários do mundo, a melhor e mais ampla saúde pública, plano de aposentadoria, e tudo o que tem de melhor ao seu povo, além de liderar guerras pelo mundo afora e de se intrometer nos assuntos internos de diversos países?

Mas, espera aí, se o problema é lá nos Estados Unidos, o que isso tem a ver com a gente, e que estória é esta de nos impactar, se a dívida é deles? Se você não sabe, ou se indigna com essa possibilidade, mas terá, de alguma maneira, mais cedo ou mais tarde, que pagar uma parcela desta conta, vamos a algumas ponderações importantes.

Primeiro, é importante entender que a referida dívida é resultado do financiamento de todos os programas públicos que o governo americano vem mantendo, internamente, para seu povo, e, externamente, através das políticas de expansão dos seus domínios militares e políticos.

Os programas sociais, em especial os de saúde e assistência social, o financiamento aos fundos imobiliários - responsáveis pela forte crise mundial que vivemos em 2008- e também o envolvimento americano nas ações de políticas internas de países diversos, em geral onde se instalam ditaduras no oriente, são a origem principal dos atuais problemas econômicos americano. Além, é claro, do próprio custeio da máquina pública dos serviços americanos.


Ocorre que, mesmo em dificuldades, não significa que o governo americano não tenha recursos em caixa. Hoje, possui em caixa U$ 75 bilhões, insuficientes, porém, como vimos, para cobrir ou financiar seu déficit público, na ordem dos U$ 145 Trilhões.

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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Em jogo, a mobilidade urbana

Que Florianópolis é uma cidade com vocação natural para o turismo, todos sabem, e, aliás, desejam vir à ilha dos catarinenses para desfrutar de suas delícias. Mas, que a nossa ilha da magia passa por problemas estruturais de urbanização, provocados, em parte, pela ocupação desordenada e, em parte, pela inversão nas estratégias de ocupação, apenas alguns conhecem, entretanto, em um bom número destes, que em geral teriam o poder para reverter tal situação, infelizmente, parece vigorar a imobilidade e a incapacidade para ação. 
Em relação à inversão de ocupação, o problema é que ao longo dos anos foram localizando-se na ilha órgãos públicos, estruturas governamentais e empresas do governo, que passaram a disputar espaços - alguns nobres para a exploração turística –embora pudessem, com facilidade, instalar-se na parte continental de Florianópolis. Essa disputa, ao longo dos anos, promoveu uma superlotação, atualmente insustentável,  que já está prejudicando a imagem do turismo e o turista. 
Algumas instituições, em geral organizações não governamentais, estudam alternativas para redirecionar a política de ocupação, o planejamento urbano da ilha e o transporte público de massa, prevendo a utilização de todas as possibilidades do modal de transporte urbano.
Em sentido contrário, está sendo veiculada a notícia de que a Câmara de Vereadores de  Florianópolis iniciou a tramitação de um projeto de lei permitindo a revisão do número de permissionários para exploração dos serviços de táxi, na capital, o que me deixou estarrecido. É uma lógica totalmente contrária à tendência de estudos sustentáveis para a solução da mobilidade. O equívoco parece repetir aquele iniciado nos anos 60, em relação à política de ocupação da ilha, hoje, irreversível do ponto de vista de melhoria da eficácia da sua vocação turística natural. 
A crítica, aqui, não se trata de defesa da eventual reserva de mercado existente no momento e que protege os atuais detentores dessas concessões. O que se quer é ressaltar que as políticas públicas e alternativas ao transporte em grandes centros de convergência populacional encontram-se nas alternativas modernas de transporte público e coletivo, preferencialmente aqueles com baixos índices de emissão de CO2. Portanto, no sentido inverso, totalmente inverso, ao aumento de táxis, circulando pelas ruas.

A extinção da atual forma de licitação e a alteração para a modalidade de credenciamento, certamente, devem ser revistas e modernizadas, mas isso não implica o aumento das concessões para exploração dos serviços. O que se deve é impor novas regras para a modernização e o aumento na potência dos veículos, nas condições de ambiência e melhor conforto interno, inclusão de serviços de bordo, assim como a revisão das tarifas e a implantação de um sistema flexível, que possibilite a diferenciação de tarifas em determinados horários e períodos de menor fluxo.  

O fato é que há trabalho para todos os que tiverem interesse em trabalhar e se manterem no mercado, mas a liberdade de mercado implicaria o diferencial da qualidade oferecida, permanecendo, mais uma vez, os que tiverem maior e melhor competência.

Enquanto isso, espera-se que os governos, efetivamente, legislem por políticas públicas eficazes e contemporâneas, que preservem o ambiente e o coletivo, estimulando, ao máximo, sempre que possível, o uso de meios de transporte coletivo ou de atração humana.

E você, já parou pra pensar nisso?

Imagine você se deslocando para o trabalho, para a escola, para namorar, tudo de bicicleta ou com metrô de superfície. Que tal?

Por fim, pense em como seria viver em Florianópolis, ou qualquer cidade com vocação turística natural, deixando os pontos de atratividade turística para as atividades turísticas? Que tal?

Gostaríamos de conhecer seu ponto de vista sobre essas preocupações e sua visão sobre políticas públicas de mobilidade urbana.

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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Acertos na relação com pessoas talentosas

Em toda equipe de trabalho há integrantes com reconhecida inteligência acima da média. São os talentos da equipe. Se em sua equipe não há pessoas com essas características, isso é ruim, e indica que seu chefe e a organização em que você atua, contratam mal, talvez, muito mal.
Por outro lado, gerir uma equipe talentosa exige determinadas características e particularidades por parte do gestor, entre elas, compreender que para pessoas e profissionais com talento acima da média, o conhecimento representa status, e, como tal, deve ser reconhecido e valorizado.
Em uma equipe desse tipo, discordâncias, as vezes inevitáveis, são rotineiras, mas é possível geri-las. Percebi isso em um artigo que me foi compartilhado por um jovem e talentoso gestor de projetos em Tecnologia da Informação, Miguel Garcia Júnior, que apresenta sete dicas essenciais para lidar com pessoas muito talentosas. Considerei interessante compartilhá-las, agora, com todos que nos acompanham neste Blog. São elas:

1 - Gerencie resultados, não o processo
Uma equipe composta de talentos precisa de estrutura voltada mais para resultados que aos processos. É perfeitamente cabível o líder dizer ao funcionário o que fazer, mas, quando se trata de como fazer, estabelece-se um ambiente controlador, o que pode ser frustrante. O melhor caminho é formatar as coisas em termos dos resultados desejáveis, em vez de tentar determinar o modo como elas precisam ser feitas. O fator chave é descobrir que não se pode atrair ou manter pessoas que têm paixão por alguma coisa e começar a criar muros ao redor delas.

 2 - Adote uma abordagem socrática
Pessoas muito inteligentes não gostam de se sentir comandadas. Isso não significa, contudo, que elas não precisem ser orientadas. Então, exerça o comando, fazendo perguntas que o leve a perceber o ponto de vista delas. Você tem que examinar as ideias e fazer suas recomendações. Afinal, é essencial dar-lhes todas as oportunidades de contribuir com a decisão. Isso demanda tempo e paciência, principalmente quando você acha que já sabe a decisão que, no fim das contas, precisa ser tomada.

3 - Seja aberto a aprender coisas novas
Se você for aberto às ideias que emanam de profissionais brilhantes, pode aprender muito com eles, afinal, é um desperdício não permitir que ideias de uma equipe extremamente inteligente se concretizem. Para isso, é essencial que a equipe justifique as respectivas posições de modo equilibrado e convincente. Isso não significa que você possa  abdicar de suas responsabilidades gerenciais, por isso, explore aonde e como a experimentação pode levar a organização e o grupo.

4- Não finja saber mais do que sabe
Alguns líderes sentem-se compelidos a tomar decisões sobre as quais não detêm domínio pleno para decidir, o que acaba por afligir todo o grupo e colocar em risco os resultados. Aceite que o papel principal do líder não é, necessariamente, ter as melhores ideias, mas formar e gerir equipes, inclusive com integrantes com mais inteligência e com maiores competências, que complementem o grupo, sustentando as decisões. Deixar de aceitar essa realidade, sentindo-se inseguro e ameaçado em reconhecer um subordinado direto mais brilhante do que você, leva-o a pior reação possível frente ao grupo. Afinal, o que as pessoas, em equipes de alta performance, querem é visualizar a concretização de ideias, ações e resultados, não importa como, nem por quem.

5 - Encontre maneiras de extrair mais deles
Sofisticação intelectual, especialmente na busca de ideias novas, é a perdição dos profissionais extremamente inteligentes, que gostam de ser desafiados. A tendência é ser atraído e priorizar a busca pelo novo em relação ao trabalho passível de acompanhamento e cobrança.  O ideal é criar-se um ambiente propício à equipe de ideias especiais, para que explorem preocupações ou oportunidades importantes e que se reúnam com frequência pré-definida. Isso ajuda a manter o pique e ajuda o moral da equipe.

6 - Não se deixe cegar pelo brilho
Só porque alguém é brilhante não significa que deva dirigir o espetáculo, assim como não se justifica receber por delegação a responsabilidade por todas as decisões no grupo. Presumir que uma pessoa é brilhante em todos os aspectos da vida, é condená-la, antecipadamente, ao fracasso. Neste cenário, o líder que abdica da autoridade gerencial em favor de alguém no grupo só por ser mais inteligente, está renunciando ao papel essencial de líder, que tem entre suas habilidades a competência, a responsabilidade de dimensionar quando e a quem conceder espaço para conduzir a materialização das ideias, quando monitorá-las e quando intervir. Essa é, sem dúvida, a maior e a melhor atribuição do líder no grupo.

7 - Mantenha a humildade
Experimente começar cada novo dia com humildade. Se você tem uma equipe de alto nível e rendimento acima da média, ela levará todo o grupo ao seu destino, atingindo os objetivos pré-definidos. Em síntese, não se sinta ameaçado por não ser o mais brilhante no grupo. 

E, agora, após esta leitura, você se vê preparado para liderar um grupo de alta performance, com pessoas muito inteligentes? Em seu grupo, você visualiza essas situações ocorrendo?

Gostaríamos de conhecer, neste Blog, suas observações e suas opiniões.

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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Lixo que não é lixo, pode ser ouro

Esgoto é sempre um problema. Não, não é mais. Atualmente, graças as novas tecnologias e conhecimentos adquiridos sobre as possibilidades de tratamento das aguas servidas, torna possível aproveitar, após tratado, toda demanda de esgoto  das cidades tecnologicamente preparadas.

O link da matéria produzida e veiculada pela Globo News, no Programa Cidades e Soluções, mostra alternativas para o tratamento de esgotos que os torna reaproveitável. A matéria, mostra mais, o esgoto tratado gera novas rendas.

Uma ótima oportunidades às municipalidades, que vem enfrentando problemas de recursos. Pode estar ai uma ótima oportunidade, além de contribuir significativamente para melhoria ambiental do planeta.



Após esta leitura e ter assistido o vídeo, nos conte, o que você acha disso tudo?

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terça-feira, 2 de agosto de 2011

HISTÓRICO DE ACESSO... Obrigado a todos!

Quero compartilhar a alegria da performance que este Blog vem alcançando. Lembro que meu objetivo é proporcionar um espaço critico de reflexão e discussão sobre temas socioeconômicos. Abaixo os indicadores e origem de acesso, mostram por si só, que estamos atingindo este objetivo que é nobre, por isso, a alegria em compartilhar aqui. A todos, muito obrigado pelo estímulo da visita freqüente e pela confiança neste Blog.

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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Quatro hábitos essenciais à vida moderna, mas que prejudicam a saúde

1o – Uso excessivo do computador

A luminosidade emitida pela tela do computador afeta a produção de melatonina, o que prejudica (retira) o sono. E, o sono noturno é essencial para revigorar o organismo, especialmente no que diz respeito à concentração, ao déficit de memória e ao humor. Além disso, prejudica também os olhos. Por essa razão, o excesso de uso do computador - especialmente os portáteis, pois quanto maior mobilidade o equipamento proporciona, maior o tempo de utilização – deve ser evitado.

Como a vida moderna impõe, quase que em níveis incondicionais, o uso de computadores, aí vai a dica de especialistas para minimizar esses efeitos nocivos:

a) a cada hora de uso, descanse por cinco minutos: feche os olhos e espreguice, alongando a coluna;

b) desligue o monitor quando for dormir, para não atrapalhar o sono, caso  o equipamento fique em seu quarto. Mas, em qualquer hipótese, para contribuir com a economia de energia;

c) use um colírio lubrificante com indicação médica.

2o – Submissão frequente ao ar condicionado

É muito comum, quase inevitável, em todos os locais dependentes de climatização, que a baixa qualidade do ar aumente a ocorrência de problemas respiratórios em 30%, pois o efeito da refrigeração do ambiente retira umidade do ar. Além disso, a falta de limpeza adequada dos aparelhos e com a frequência desejável cria o ambiente ideal para a proliferação de fungos, ácaros e germes, o que causa dor de cabeça, congestão nasal, garganta irritada e baixa concentração.

Como conviver, cada vez mais em ambientes climatizados:

a) não deixe o ar ligado o tempo todo. Privilegie, sempre que puder, a climatização natural, e siga a recomendação de higienização dos especialistas;

b) posicione-se de forma adequada a não receber diretamente o ar do equipamento, e deixe um agasalho sempre ao seu alcance para nunca passar frio, especialmente durante a noite, enquanto dorme;

c) a temperatura ambiente ideal é entre 20 e 22 ºC. Abaixo disso, você estará ao invés de conforto capitalizando problemas de saúde.

3o – Uso do aparelho celular
Ainda que você não exagere, o uso constante desse aparelho pode causar stress e atrapalhar a concentração, além de submetê-lo aos efeitos da radiação, maior ou menor, mas em algum grau, submetê-lo aos efeitos dela.

Atualmente, há uma certa neurose em relação à necessidade de uso do celular. Muitas pessoas podem estar sofrendo de nomofobia – medo de ficar sem o celular. Para identificar se você está utilizando o celular dentro dos limites de tolerância, perceba, em relação a você: Costuma interromper tudo para responder à chamada? Não consegue se afastar de seu equipamento por nenhum momento? Atenção, você pode estar sofrendo dessa síndrome.

Como algum uso é sempre necessário, e se integra à vida moderna:

a) evite encostar o aparelho na cabeça. Prefira os fones de ouvido e viva voz;

b) leve o aparelho na bolsa, não no bolso;

c) não utilize o celular no elevador ou dentro do carro, pois a radiação tende a se concentrar;

d) não durma com o celular perto de você.

4o – Congelamento de alimentos

O hábito de congelar comida em potes de plástico e esquentá-la no micro-ondas está cada vez mais comum e corriqueiro entre as famílias brasileiras. Tanto o plástico utilizado para a embalagem dos alimentos quanto os raios de micro-ondas emitidos pelo equipamento de micro-ondas, em altas doses no corpo, age como o estrogênio e pode causar infertilidade, câncer de mama e danos ao fígado.

Como essa também é uma condição, muitas vezes, inevitável, atente-se:

a) prefira vasilhas de vidro ou de cerâmica para descongelar e aquecer os alimentos;

b) lave os utensílios de plástico à mão.

Em síntese, varar a noite no computador, ficar horas no celular, consumir muitos alimentos em embalagem plástica- são hábitos modernos, em certas doses, até essenciais. Entretanto, eles escondem riscos à saúde, alguns irreparáveis. Por isso, essas dicas que contribuem para uma vida com melhor qualidade e saúde.

Agora, a pergunta: Você costuma se atentar para esses detalhes de cuidados com a preservação da saúde?

Você já sabia desses riscos aos quais se submete diária e constantemente?

Quais suas dicas para auxiliar a todos que nos acompanham neste blog, para evitar efeitos nocivos de práticas e usos comuns da vida contemporânea sobre a saúde?

Interaja. Sua contribuição, qualquer que seja, é sempre fundamental.

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